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Abril

Números

Abril

Sara Carvalho

Em Abril:

O mês de Abril promete ser primaveril, embora Março não pareça concordar, e conta também com mais um número de Jogos Florais. São várias as novidades. 


Pedro Tamen é o entrevistado deste mês e não falha nenhuma das perguntas do nosso questionário proustiano. Entre outras coisas, ficámos a saber que falar sobre um poema não é diferente de falar sobre a chuva e o bom tempo, e que a poesia não serve para nada. 


Em Poemas de agora, Bernardo Palmeirim escreve sobre “A Story of Stolen Salamis”, de Lydia Davis, chamando a atenção para o “cuidado com as palavras” como cuidado que subjaz à literatura, especialmente à poesia.

Miguel Ramalhete Gomes analisa “The first to die was PROTESILAUS”, de Alice Oswald, um poema de que gosta por ser “escrito através de Homero”. 


Nos Poemas de Antes, Abel Barros Baptista, que sabe de cor a “Pastelaria” de Mário Cesariny, prova isso mesmo na análise que faz deste poema. 

Rita Faria analisa “Ó montes erguidos”, de Francisco de Sousa, e sugere uma leitura próxima do referente, “em que a ânsia do poeta se deve a estar longe do seu país”.


Miguel Ramalhete Gomes oferece-nos a tradução de três poemas de Heiner Müller.

E Rita Faria traduz o mesmo poema que analisou, “Ó montes erguidos”, de Francisco de Sousa.


A secção de inéditos descobriu Rui Esteves, que nos ofereceu o seu gato. 


Na secção pedra-de-toque, podemos ler um ensaio tão extraordinário quanto difícil de encontrar. Falamos de “Pedro Homem de Melo”, de Joaquim Manuel Magalhães.


Por fim, nas curiosidades de Abril, entre outros assuntos, ficamos a saber quem criou o apodo de “o Shakespeare de Portalegre” para José Régio. Podemos (e devemos!) ainda tentar adivinhar o poema em emoji que a Marta Brito nos ofereceu e descobrir as pérolas escolhidas por Elisabete Marques.