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Pedra-de-toque

Nove Sílabas Identificam Sylvia: Ler ‘Metaphors’ de Plath, Harryette Mullen

Maria S. Mendes

Em “Nove Sílabas Identificam Sylvia: Ler ‘Metaphors’ de Plath”, Harryette Mullen analisa um poema de Sylvia Plath, “Metaphors”, que costuma usar em aulas de literatura ou escrita criativa. A leitura que propõe torna desde logo explícita a solução da charada contida no poema, prosseguindo depois através de uma análise cuidada do modo como a poetisa, pela acumulação de metáforas que bloqueiam ou atrasam a compreensão ao leitor, constrói um poema impregnado de sentidos. 

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Sobre Poesia Completa de Natália Correia, Clara Rocha

Maria S. Mendes

Em “Sobre Poesia Completade Natália Correia”, Clara Rocha sublinha o princípio da metamorfose como aquele que norteia a sua poesia. Fazendo notar a variedade de temas e de tons na poesia de Natália Correia, este ensaio detém-se nas várias facetas desta voz poética. A publicação deste texto é também uma oportunidade para relembrar a poetisa que foi coordenadora da Editora Arcádia, que se destacou na combatividade e intervenção política, que foi condenada pela publicação da Antologia da Poesia Portuguesa Erótica e Satíricae que nos deixou, entre outros, um verso admirável como “ó subalimentados do sonho!/a poesia é para se comer”. 

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Excerto de “As duzentas mulheres de Miguel Torga”, Alexandre O’Neill

Maria S. Mendes

Em "As duzentas mulheres de Miguel Torga", Alexandre O'Neill fala de um dos seus talismãs, o poema "Lezíria", de Miguel Torga. Na análise que faz do poema, tenta mostrar como a sua "linha de força" é a distância, espacial e humana, anunciada desde logo nos dois primeiros versos: "São duzentas mulheres. Cantam / não sei que mágoa". 

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O luto fica bem a Electra, António M. Feijó

Sara Carvalho

“Tenuous and Precarious / Were my guardians, / Precarious and Tenuous, / Two Romans”, assim se inicia o poema de Stevie Smith que António M. Feijó analisa, contrariando a ideia de que estes versos se filiam num género de poesia ligeiro e demonstrando que “there’s murder hidden in it”. Não deixe, contudo, que isto o leve a evitar a leitura, pois nem todas as figuras que surgem no poema perecem, afinal “Our cat Tedious / Still lives,/ Count not Tedious/ Yet.

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