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Setembro

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Setembro

Maria S. Mendes

Em Setembro:

 

Depois do interregno estival, voltamos com algumas novidades. Entrevistamos Rui Caeiro, que nos explica a diferença entre poetas do JL e poetas contemporâneos e a diferença entre poetas que gostam de falar de poesia e poetas que preferem fazê-la. Como se não bastasse, Rui Caeiro fala-nos também da sua relação com a crítica, da actividade de tradutor e da tarefa de editar jovens poetas. E, nunca esquecendo a convivência com Vítor Silva Tavares na &etc., tem ainda tempo para fazer notar que os gatos podem ser criaturas admiráveis.


Este mês temos a sorte de vos dar a conhecer três inéditos de Rui Dias Monteiro, de um livro (Reunião de Pedras, não.edições) que será publicado este mês.  


Em Poemas de Agora, Ariadne Nunes escolhe um poema de Sebastião Belfort Cerqueira acerca daquele tempo em que “não se sabe nada” e da irrelevância de todas e quaisquer explicações. Joana Matos Frias, por sua vez, escreve sobre um poema de António Franco Alexandre no qual é particularmente difícil determinar “a identidade da instância enunciativa”.


Em Poemas de Antes, Helena Carneiro recorda um poema de Raymond Carver sobre a angústia particular sentida por quem não sabe se há-de ficar em casa a escrever um poema ou ir caçar linces-pardos com um amigo. Já Rita Faria analisa a cantiga “Nunca foi mal nenhum mor”, de Bernardim Ribeiro, e fala-nos sobre a admirável beleza da palavra “tristura”. 


Simão Valente oferece-nos traduções de Guinizelli e Orbicciani, e Rita Faria traduz a cantiga de Bernardim Ribeiro, que também analisa em Poemas de Antes. 


Na Pedra-de-toque temos um texto de Clara Rocha “Sobre Poesia Completa de Natália Correia”, no qual a autora faz notar a variedade de temas e de tons na poesia de Natália Correia.  


Temos também curiosidades acerca de Sor Juana Inés de la Cruz, Albert Camus, Horácio, Evelyn Waugh e Thomas Hardy. Por fim, Marta Brito homenageia António Franco Alexandre, traduzindo um dos seus poemas para emoji

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