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Outubro

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Outubro

Sara Carvalho

Em Outubro,

 

Harryette Mullen ©Joana Dilao 3.jpg

regressamos a Junho e ao Encontro internacional Lisbon Revisited – dias de poesia, organizado pela Casa Fernando Pessoa, no qual pudemos entrevistar a poetisa americana Harryette Mullen. Para este encontro, Margarida Vale de Gato traduziu alguns poemas desta autora, do livro Sleeping with the Dictionary (que foi nomeado para o National Book Award), e que aqui vos deixamos. Na Pedra-de-Toque, apresentamos um ensaio de Harryette Mullen que, servindo-se de um poema de Sylvia Plath como objecto de análise, se constitui como exemplo maior do tipo de crítica literária que tanto nos agrada nos Jogos Florais. 


Em Poemas de Agora, Fernando Cabral Martins analisa o “Cinema da noite”, de Manuel Gusmão, António Pereira encontra Deus em “Exercício 1”, de Paulo José Miranda e Lawrence Rhu analisa “Rain on Tin”, o último poema de Salvation Blues, de Rodney Jones.  


Por sua vez, em Poemas de Antes Teresa Líbano Monteiro escreve sobre “Narciso”, de José Régio. 


A secção de Inéditos traz-nos dois poemas de Miguel Filipe Mochila, cujas imagens ilustram os motivos pelos quais “Às vezes acordamos felizes, / a luz borbulha, escorre /um novelo de cabelos sobre os nossos joelhos e bocas”. 


Na Marginalia descrevemos como o Comte de Lautréamont correu o risco de se casar com uma mulher 135 anos mais nova, falamos de Latifa al-Zayyat e de Elizabeth Siddal. Marta Brito homenageia um poema de Sylvia Plath, traduzindo-o para emoji.


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