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Por quem

Colaboradores:  

Akihiko Shimizu ensina Japonês na Universidade de Edinburgo. Há alguns anos, Aki tropeçou num epigrama de três versos de Jonson, achou-o tão misterioso que decidiu tentar perceber de que raio trata o poema. Acabou por escrever uma tese de doutoramento sobre o autor. Ler aqui

Alda Rodrigues trabalha em tradução, revisão de texto, lexicografia e coordenação editorial. É co-autora do Cinéfilo Preguiçoso. Tem uma relação totalmente descomprometida e informal com a poesia. Ler aqui

Alice Geirinhas, desde meados dos anos 80, tem vindo a desenvolver um corpo de trabalho ligado ao desenho e à narratividade traduzida em desenho, livro de artista, video, instalação, performance. É a autora da ilustração que surge em todas as capas deste site.

Alex Wong é Research Fellow em Literatura Inglesa em St John's College, Cambridge. O seu livro Poems without Irony foi publicado pela Carcanet Press. Ler aqui

Ana Maria Pereirinha trabalha em edição, é tradutora e doutoranda no Programa em Teoria da Literatura (FLUL). A sua relação com a poesia começou no jardim de infância, como slammer avant-la-lettre de grande sucesso, a rimar sobre marmelada e chocolate. Ler aqui e aqui

Ana Matoso dedica-se agora ao ensino e à tradução. Os primeiros poemas que a marcaram foram traduções dos anos 50 dos poetas românticos ingleses, franceses e alemães. A sua divisa tornou-se, impenitentemente, “quanto mais poético mais verdadeiro”. Passou ao mesmo tempo por uma febre de Sophia de Mello Breyner Andresen, seguida da de Fernando Pessoa e Rilke. Ficou assombrada pelo que Philip Larkin designou de “a Ford-car view of literature”, e desconfia por princípio de manuais de instrução literária. Abandonou o culto da poesia, e começou a interessar-se por outras coisas da vida. Gostava muito de ler um novo livro de António Franco Alexandre. Ler aqui.

Ana Sim-Sim é alentejana (com este nome é uma evidência) mas está há muito em Lisboa. Veio estudar Tradução na UCP, apaixonou-se, trabalhou em campos de férias, numa editora, num museu, entre outros. Neste momento traduz, investiga e hospeda. Gosta de poesia desde que, em pequena, via a avó escrever rimas para depois pintar em pratos de porcelana, mas foi com a dor do primeiro desgosto de amor que esta relação se adensou.

António J. Ramalho é arquivista e desconfia de afirmações genéricas, porém enfáticas, do tipo “gosto muito de poesia”. Ler aqui.

Cláudia R. Sampaio é poetisa, mas não só.  Em 2014 publicou o seu primeiro livro de poesia, Os Dias da Corja (Do Lado Esquerdo), seguindo-se A Primeira Urina da Manhã (Douda Correria), Ver no Escuro (Tinta da China) e 1025mg (Douda Correria). Desde então, tem colaborado em várias revistas e antologias de poesia. Vive em Lisboa com as suas duas gatas. Ler aqui.

Catarina Santiago Costa nasceu em Lisboa, em 1975. Frequentou o curso de Comunicação Social na Universidade da Beira Interior (Covilhã) e licenciou-se em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa (Lisboa). Ambos os seus livros, Estufa (2015) e Tártaro (2016), foram publicados pela editora Douda Correria. Participou em edições da Enfermaria 6, Diversos Afins (Brasil), Flanzine e Tlön. A poesia é a lente através da qual vê tudo. Ler aqui.

Daniel Jonas nasceu no Porto, em 1973. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas (Faculdade de Letras da Universidade do Porto) e é mestre em Teoria da Literatura (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa). Publicou os livros de poesia  Os Fantasmas Inquilinos (2005), Sonótono (2007), Passageiro Frequente (2013), Nó (2014, Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes), Bisonte (2016) e Oblívio (2017), e também a peça de teatro Nenhures (2008). Recebeu o Prémio Europa - David Mourão-Ferreira pelo conjunto da sua obra. Escreveu EstocolmoReféns e o libreto Still Frank, todos encenados pelo Teatro Bruto. Traduziu, entre outros, Shakespeare, Waugh, Pirandello, Berryman, Dickens, Huysmans e Wordsworth, e também o Paraíso Perdido, de Milton. Ler aqui. 

Elisabete Marques é doutorada pela Universidade de Lisboa, com uma dissertação sobre Maurice Blanchot e Samuel Beckett. Actualmente, é investigadora no Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa (FLUP). Em 2014, publica o seu primeiro livro de poesia, Cisco (Mariposa Azual). Publicou este ano o segundo, Animais de sangue frio (Língua Morta). Ver e ouvir aqui.  

Gustavo Rubim aprecia poetas opiómanos, infelizmente raros. Tornou-se professor de literatura (na Nova) por ser um leitor compulsivo, embora lento. É ainda mais lento a escrever e muito raramente os seus ensaios ultrapassam as quinze páginas. Fotografa íbis, rabirruivos, etc. Ler aqui

Helena Carneiro fez o mestrado no Programa em Teoria da Literatura (FLUL). É redactora e assistente editorial na Imprensa da Universidade de Lisboa. Dirige a secção de recensões da revista online Forma de Vida, para a qual também faz entrevistas. Tem tido quem lhe explique poesia e gosta muito de Philip Larkin, que na sua lápide preferiu ser denominado “escritor”. Ler aqui.

Inês Rosa é doutoranda no Programa em Teoria da Literatura (FLUL). O seu interesse por poesia começou cedo, com os sonetos de Shakespeare (e a interpretação que Helen Vendler fez deles), mas foi em Cambridge que, entre bolos e chá, começou a falar e a escrever sobre poemas em geral, e sobre Wordsworth em particular. A forma soneto, Smith e Philip Larkin são outros dos seus interesses. Ler aqui e aqui

Isabel D'Avila Winter, escritora luso-australiana, lê um poema de cada vez, e gosta daqueles que a fazem pensar lá com os seus botões, eh pá. Ou mesmo, ehehe. Detesta poemas que a fazem perguntar no fim, tipo filme francês, O quê?? E a criada? Ler aqui

João Brandão estudou Cinema mas licenciou-se em Estudos Ingleses e Portugueses. Trabalha como tradutor.  

Joana Dilão é fotógrafa e produtora no Teatro Cão Solteiro. Começou a ler poesia quando deixou de ter tempo para romances. 

Joana Meirim é professora na Universidade Católica Portuguesa. Entre os 18 e os 19 anos escreveu vários poemas e publicou-os, hélas. Hoje não voltaria a fazê-lo. Gosta de poesia com humor, qualidade que aliás considera inerente a toda a boa poesia. Ler aqui.

João Paulo Esteves da Silva (músico, tradutor, poeta). A relação da vida com a poesia divide-se, de facto, em quatro fases. Dos quatro aos 10 anos, fazia versos para diversão da família e visitas, sentindo nestas exibições uma vergonha só comparável à exibição pública forçada das partes genitais. Dos dez aos vinte, descobriu as estratégias e os engenhos que lhe permitiam esconder-se atrás da linguagem e escrever textos surrealistas ou "nonsensicos" onde ninguém o poderia apanhar despido e de emoções à vista. Dos vinte aos trinta entrou num buraco negro à procura da música perdida, pelo que não escreveu uma única linha. Dos trinta em diante, após ter encontrado uma passagem entre a música e a linguagem, vem escrevendo poesia de forma obsessiva, com cada vez menos vergonha, tentando equilibrar o engenho e a nudez emotiva. Ler aqui.

Jorge Almeida é licenciado em Estudos Portugueses e doutorando no Programa em Teoria da Literatura (FLUL). Escreve crítica literária no Observador. Sabe de cor um poema de Cesário Verde e versos avulso de outros poetas, mesmo não se tendo esforçado para que isso acontecesse. Ler aqui e aqui

Lorraine Mariner publicou duas colecções de poesia com a Picador, Furniture (2009) e There Will Be No More Nonsense (2014) e trabalha como bibliotecária na National Poetry Library, no Southbank Centre, em Londres. Editou duas antologias para a Candlestick Press, Ten Poems About Tea e Ten Poems About Friendship. Ler aqui

Madalena Alfaia estudou literatura, trabalha em edição desde que saiu da faculdade e na Tinta-da-china há dez anos. Colabora com o coreógrafo Victor Hugo Pontes desde 2004, na área da dramaturgia. Nunca teve pudor em assumir o prazer da poesia, e algumas vezes passou vergonhas por causa disso.

Manuel San Payoaliás, Dr Athanasius Stealdare, é artista plástico e professor assistente de desenho e ilustração na FBAUL. Foi co-fundador da Galeria Monumental, que teima manter como espaço dinâmico e activo, contra ventos e marés, há mais de trinta anos. Além de desenhar e pintar, gosta de ilustração, poesia e desportos náuticos.

Margarida Vale de Gato está numa relação aberta com a poesia. É tradutora literária, professora e investigadora na FLUL, nas áreas de Estudos Norte-Americanos e Tradução Literária. Tem publicado ensaios e livros, principalmente sobre Edgar Allan Poe. Publicou poemas em revistas e antologias de repercussões homeopáticas, e os livros Lançamento (Douda Correria, 2016) e Mulher ao Mar (Mariposa Azual, 2010), que já teve uma edição aumentada (2013) e terá futuras. Ler aqui

Maria Rita Furtado é tradutora e estudante de doutoramento. Decorou um poema sobre colibris, que estava num livro de animais que a sua irmã rasgou (a história é verdadeira e está registada em cassete de vídeo). Por causa do desgosto, nunca mais memorizou poemas. Mas gosta de ler alguns e de conversar sobre eles. É responsável pela tradução de vários conteúdos deste site.

Maria Sequeira Mendes é professora na FLUL e colabora com o Teatro Cão Solteiro. Ler aqui e aqui e aqui e aqui

Marisa F. Falcón nasceu na Galiza, mas leva tanto tempo em Lisboa que já não tem guarda-chuvas. Transformou o seu gosto pelas artes performativas em vários empregos e num projecto de investigação. Está a terminar a tese de doutoramento sobre teatro contemporâneo para se poder dedicar à leitura de policiais. A sua relação com a poesia é complicada, porém sabe de cor alguns versos de rima consoante. É responsável por algumas das curiosidades do site

Marta Brito, de Lisboa, escreve, escreveu e espera continuar a escrever para cinema e sobre cinema. Da poesia, guarda as imagens e os tempos. Desistiu há anos de lhe pegar de caras. Fica-se pelo som e pelo tom dos poemas dos outros. Ver aqui

Marta Cordeiro é professora na Escola Superior de Teatro e Cinema do IPL. O primeiro poema que decorou foi a cantiga de amigo “Ermida de S. Simeão”. Declamava-a por graça e a troco de qualquer recompensa. Ler aqui

Matildeª. 13 anos. Estudante. Detesta poesia.

Miguel Cardoso vive em Lisboa. Ensina, traduz. Escreve em longos problemas respiratórios. À noite lê Albas e Ruy Belo. A poesia é para esperar por manhãs seguintes. Às terças e sábados levanta-se. Vai à Feira da Ladra.  Ler aqui e aqui. 

Nuno Amado é professor na Universidade Católica Portuguesa e escreveu uma tese sobre Ricardo Reis. Nunca aconselhou um poema a ninguém, mas admite abrir uma excepção quando descobrir um que possa ajudar as pessoas a serem mais felizes. Ler aqui e aqui

Pedro SobradoLicenciado em Ciências da Comunicação e mestre em Estudos de Teatro, prepara uma tese de doutoramento sobre Gil Vicente. É professor de literatura dramática na Universidade Lusófona do Porto. Participou como dramaturgista em espectáculos teatrais de Nuno Carinhas e de Ricardo Pais. Trabalha no departamento de Edições do Teatro Nacional São João, onde assegura a coordenação editorial de livros e outras publicações. É autor do blogue Mosca Fosforescente. Ler aqui

Ramiro S. Osório Profissão (= ganha-pão?) Então: arquitecto, conferencista, cozinheiro (só no Af Chapman), cronista, crítico, desenhador, dramaturgo, entrevistador, escritor, figurante, jardineiro, pintor, poeta, professor, publicitário, tradutor. (Ordem alfabética.) Publicaram-me poesia: Pedro Tamen, Herberto Helder, Vasco Graça Moura, Vítor Silva Tavares, Sebastião Belfort Cerqueira. (Ordem cronológica.) Sobre poesia tout court: no comments. (Ordem terceira.) Ler aqui

Ricardo Tiago Moura nasceu em Coimbra, Junho de 1978. Publicou os livros Um gato para dois (Hariemuj, 2013), Epístolas a D. (não edições, 2013), 1 gato para 2 (não edições, 2015) e pequena indústria (Tea for One, 2016). Publicou também o livro-objecto Controlo de qualidade (ed. de autor, 2017). O seu livro Espaço aéreo (Arqueria, 2014) foi publicado no Brasil, mais tarde traduzido para Espanhol e Inglês e publicado no Peru (Amotape Libros, 2015) e Reino Unido (Carnaval Press, 2017). Tem publicado dispersamente poemas em revistas e antologias. Dedica-se também à colagem. Vive em Køge, Dinamarca. Ler aqui

Rita Faria é professora na Universidade Católica Portuguesa, não sabe fazer mais nada sem ser ler e escrever e não quer fazer mais nada sem ser ler e escrever. Fora isto, gosta de filmes de terror, vampiros, fantasmas e zombies em geral. E considera que o português é a língua mais engraçada do mundo. Ler aqui

Rui Arantes é jurista e advogado. Não chegou ainda ao ponto de ter abandonado os romances em prol da poesia. Ler aqui

Rui Lopes (1971) é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (F.C.S.H. da Universidade Nova de Lisboa) e Mestre em Teoria da Literatura (Fac. Letras da Universidade de Lisboa). Tem desenvolvido a sua atividade profissional como professor e tradutor. Em 2017, publicou o livro Aqui há gato!, com Renata Bueno, pela Orfeu Mini. Quando não está a fazer alguma das coisas já mencionadas, geralmente dedica-se às artes performativas, eliminando assim qualquer vestígio de tempo livre. Ler aqui

Sara Campino divide-se entre o trabalho em arquitectura e a investigação em literatura. Descobriu a sua paixão pela poesia quando reparou que guardava certos poemas na memória à espera de conseguir compreendê-los. Ler aqui.

Sara Carvalho dedica-se a fazer coisas coloridas, como este site, depois de ter estudado matemática. Sabe de memória poemas em forma de canção e usa a poesia para stand tall like sycamores

Sebastião Belfort Cerqueira. Desempregado. Lê e escreve alguma poesia. Gosta de rimas. Ler aqui.

Sónia Oliveira nasceu a nove do nove de setenta e dois e é tradutora. Publicou o livro de poesia antenas em 2012 e, antes e depois dessa data, vários poemas e contos nas revistas Eufeme, Piolho e DiVersos — Revista de Poesia e Tradução, nas revistas online Preguiça, Diversos Afins (Brasil) e Minguante, na antologia de poesia visual poemavisual.com.br, nos fanzines Milk and Wodka (Suíça), Debaixo do Bulcão e Flanzine, e na folha de poesia Nem Só de Gin Vive o Pinguim. Mantém, desde 2006, o blogue triplicado.blogspot.com.

Telmo Rodrigues é doutorado pelo Programa em Teoria da Literatura da Faculdade de Letras, com a tese For a Lark: The Poetry of Songs, na qual explora as relações entre a música popular e a poesia. É actualmente director da revista Forma de Vida. Ler aqui e aqui.

Teresa Jorge Ferreira é doutoranda em Estudos Portugueses – Estudos de Literatura na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, membro do IELT – Instituto de Estudos de Literatura e Tradição e bolseira da Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Volta sempre à poesia porque gosta de atividades radicais. Ler aqui

Yulia Lukyanova é uma psicóloga social fascinada por protestos. É russa, mas vive em Edimburgo, na Escócia, há algum tempo. Terminou a sua tese de doutoramento, intitulada "Manufacturing dissent in Russia: A discursive psychological analysis of protesters’ talk" na Universidade de Edinburgo, em 2016. Hoje em dia, é professora de sociologia e investiga o movimento de diáspora, da Rússia para o Reino Unido, e os movimentos sociais na Rússia. Ler aqui